No vigésimo dia do mês de Julho, as 11h30min, o Brasil perde de parada cardíaca o maior politico Baiano. António Carlos Peixoto de Magalhães, morre abrindo um período de fragmentação na historia da politica baiana. A carreira de ACM foi marcada por seu imenso amor à Bahia.Apesar de não estão vivo, seus admiradores comemoram seu aniversario fazendo singelas homenagens. ACM, a população te agradece por tudo que fizeste pela Bahia.
António Carlos Peixoto de Magalhães foi um dos mais influentes nomes do cenário político brasileiro nas últimas quatro décadas, e manteve-se como força atuante em governos dos mais variados matizes ideológicos, desde o regime militar instituído em 1964.
Nascido em 4 de Setembro de 1927 e médico por formação, ACM pode ter seu ingresso na vida política atribuído à atuação como líder estudantil, primeiro no ginásio e depois na Universidade Federal da Bahia, onde foi presidente do Diretório Central de Estudantes.
Filiado à UDN (União Democrática Nacional), foi eleito deputado estadual em 1954 e por três vezes deputado federal, em 1958, 1962 e 1966. Em 1967, já ligado à Arena (Aliança Renovadora Nacional), partido de base do governo militar, assumiu a prefeitura de Salvador. Em seguida, ACM exerceu o cargo de governador da Bahia em três oportunidades. Os dois primeiros mandatos, por indicação do regime militar, foram de 1971 a 1975 e de 1979 a 1983. O terceiro viria pela escolha popular, em eleições diretas, de 1991 a 1994.
ACM em uma de suas frase:
"Estou com a consciência tranquila de ter servido bem a meu país. Tenho certeza de que sou o baiano que mais amou a Bahia. Esse meu amor talvez tenha sido a coisa mais importante da minha vida. E ser querido pelos baianos é o que me faz feliz".
